Zé Maria promete elevar em quatro vezes o valor do salário mínimo
21/07/2010 00:16
José Maria de Almeida, o Zé Maria, é candidato à presidência da República pelo PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado) e tem como principais plataformas de governo a mudança no modelo econômico e a estatização de serviços essenciais para a população.
O esquerdista, que tenta pela terceira vez ser eleito como presidente, afirma ter propostas diferentes dos demais pleiteantes ao posto em Brasília e critica uma suposta falsa polarização de candidaturas. Segundo ele, tanto Dilma Rousseff quanto José Serra darão continuidade aos governos de Lula e FHC, respectivamente, enquanto ele representa mudança.
O socialista alega que seus principais oponentes continuarão priorizando os ganhos das grandes empresas e dos banqueiros, deixando a população em segundo plano.
Zé Maria diz que a economia do País cresceu, mas que aqueles que mais precisam foram excluídos do ganho destas riquezas. “Realmete a economia do Brasil cresceu, mas os ricos ficaram mais ricos, e os pobres estão cada vez mais pobres”, lamenta.
Para garantir acesso ao emprego, educação, saúde, cultura e lazer, o candidato promete, se eleito, promover reforma agrária, estatizar bancos e empresas e diminuir o pagamento das dívidas internas e externas, tudo com o apoio e com a participação popular.
O aspirante ao cargo mais alto do País, que tem parte de sua história vivida no ABC, na década de 70, pretende ainda estatizar todos os serviços essenciais para a população, uma vez que acredita que as privatizações são as vilãs pala atual situação precária de áreas como saúde e educação.
O socialista também garante ainda que acabará com o fator previdenciário, ato que recentemente foi negado pelo presidente Lula, e que elevará o salário mínimo ao patamar estipulado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos), que é de pouco mais de R$ 2 mil, ou seja, quatro vezes o valor pago atualmente, que é de R$ 510. “Esta história que a Previdência não tem verba para melhorar os salários dos aposentados é mentira. Acredito que com vontade é possível fazer o salário mínino chegar ao patamar apontado pelo Dieese de dois a quatro anos”, destaca.
Zé Maria também pretende inverter a lógica da tributação, garantindo assim a desoneração dos impostos que recaem sobre a população e o aumento dos valores cobrados nas transações de instituições financeiras.
O candidato, que participou nesta terça-feira da série de sabatinas com os candidatos nas eleições deste ano promovida pela Rádio ABC em parceria com o Jornal Repórter Diário, ressaltou que em um eventual segundo turno sem o partido na disputa, ou sem nenhum representante da esquerda socialista, o grupo irá defender o voto nulo por acreditar que nenhum outro pleiteante defenderá os ideais da legenda.
POR: Aline Bosio
José Maria de Almeida, o Zé Maria, é candidato à presidência da República pelo PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado) e tem como principais plataformas de governo a mudança no modelo econômico e a estatização de serviços essenciais para a população.
O esquerdista, que tenta pela terceira vez ser eleito como presidente, afirma ter propostas diferentes dos demais pleiteantes ao posto em Brasília e critica uma suposta falsa polarização de candidaturas. Segundo ele, tanto Dilma Rousseff quanto José Serra darão continuidade aos governos de Lula e FHC, respectivamente, enquanto ele representa mudança.
O socialista alega que seus principais oponentes continuarão priorizando os ganhos das grandes empresas e dos banqueiros, deixando a população em segundo plano.
Zé Maria diz que a economia do País cresceu, mas que aqueles que mais precisam foram excluídos do ganho destas riquezas. “Realmete a economia do Brasil cresceu, mas os ricos ficaram mais ricos, e os pobres estão cada vez mais pobres”, lamenta.
Para garantir acesso ao emprego, educação, saúde, cultura e lazer, o candidato promete, se eleito, promover reforma agrária, estatizar bancos e empresas e diminuir o pagamento das dívidas internas e externas, tudo com o apoio e com a participação popular.
O aspirante ao cargo mais alto do País, que tem parte de sua história vivida no ABC, na década de 70, pretende ainda estatizar todos os serviços essenciais para a população, uma vez que acredita que as privatizações são as vilãs pala atual situação precária de áreas como saúde e educação.
O socialista também garante ainda que acabará com o fator previdenciário, ato que recentemente foi negado pelo presidente Lula, e que elevará o salário mínimo ao patamar estipulado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos), que é de pouco mais de R$ 2 mil, ou seja, quatro vezes o valor pago atualmente, que é de R$ 510. “Esta história que a Previdência não tem verba para melhorar os salários dos aposentados é mentira. Acredito que com vontade é possível fazer o salário mínino chegar ao patamar apontado pelo Dieese de dois a quatro anos”, destaca.
Zé Maria também pretende inverter a lógica da tributação, garantindo assim a desoneração dos impostos que recaem sobre a população e o aumento dos valores cobrados nas transações de instituições financeiras.
O candidato, que participou nesta terça-feira da série de sabatinas com os candidatos nas eleições deste ano promovida pela Rádio ABC em parceria com o Jornal Repórter Diário, ressaltou que em um eventual segundo turno sem o partido na disputa, ou sem nenhum representante da esquerda socialista, o grupo irá defender o voto nulo por acreditar que nenhum outro pleiteante defenderá os ideais da legenda.
FONTE:https://www.reporterdiario.com/site/noticia.php?id=199331&secao=1

